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terça-feira, 7 de abril de 2009

APELIDOS

AAAAAAEEEE putaria....

Bom amigos, depois de um fim de semana muitcho lóki, ainda estou me recuperando.

Venho hoje falar sobre apelidos, ja que no decorrer de 3 dias acho que ganhei uns 15 apelidos.

Vamos voltar a 10000 anos ACϟDC, os quais são os relatos mais antigos dobre apelidos e pessoas zuadas, um tremendo atentado de Bulling em tal data remota.

Tudo surgiu em meio as caçadas, as quais os malandrões saiam cedo e voltavam tarde da noite com algo para comer, se não fossem esses comidos no decorrer do dia é claro, mas você deve estar se perguntando: "como que cacete os caras só faziam barulhos macabros, sem uma confirmação exata que estavam realmente se comunicando?".

Bom, pau no seu cu, eu não vivia la e não sei se os caras se entendiam(haushudahusdhahda), mas temos relatos desenhados caramba, os caras era adoradores de hqs das cavernas, passavam horas se divertindo e contando histórias para seus conhecidos e até outros que só zuavam geral o desenho imaginando quem iria ver isso no futuro.

Aqui o cara do meio estava "comendo" a mãe de um dos dois que estavam com a lança na mão, o de cima, tava chamando o pai de um deles de corno e o do canto aqui tava mostrando o dedo do meio, viram só como eles eram verdadeiros sacanas, pichavam a caverna da familia dos outros e ninguém pegava eles.


E ao decorrer do tempo foram surgindo vários outros métodos de se criar apelidos e sacanear pessoas próximas, apelidos generalizados com nomes de frutas, legumes, iguarias estranhas, nomes de estados, entre outros, aqui vai uma pequena amostra: quindim, pamonha, acre(Oo), caolho, jowjow, neném, 171, 666, 24, 2469, 69, etc.

Os padrões são os mais diversos, levam em conta qualquer coisa, estética, caracteristicas, local de ensino, nome da mãe, nome da vó(¬¬), nada passa despercebido nessas horas.

Bom, pois bem, acabo por hpje, bati meu saco na cadeira e ta foda escrever com o teclado quebrado.

FLWS galérie, algum outro post voltaremos com o nivel de piadas atingido no final do mês passado.

Abraço.

sábado, 21 de março de 2009

Sacaneando os mulekinhos

Eu nao tinha oq postar entao vo postar isso, vai se fude! ushusahsauhsa

domingo, 5 de outubro de 2008

O Homem que Copiava

Prólogo

Recentemente, entrei em uma furada. Não uma qualquer, mas uma bem fdp, de grandes proporções. Um serviço, que prometia facilidades que não possuía. Dores ocultadas. Mas foi um filme que me deu motivação para enfrentar essa roubada, ver como é sombrio o futuro de alguém sem faculdade... essa é minha história: (descrita em tópicos para seu divertimento)

O Filme


Lázaro Ramos jogando a vida fora em um serviço honesto

Em um grande caso de ficção, Lázaro Ramos encarna um tiozinho do xerox em “O HOMEM QUE COPIAVA”. Ele vive André, operador de fotocopiadora, que precisa sustentar a mãe. Passa dias trabalhando duro e ganhando pouco. Desiste dos milagres, pois eles são pra quem não precisa deles. Precisa de R$ 38.00 para aproximar-se de sua vizinha, Silvia, por quem está apaixonado. Mas o salário não dá. Aproxima-se de um dono de antiquário, chamado Cardoso (Pedro Cardoso, O Augustinho) e com ele trama uma forma de copiar em massa notas de R$ 50,00. Desse ponto em diante essa história de ficção toma rumos que podem jogar André e Cardoso no céu ou Inferno.

O Serviço

Recentemente vi nos classificados uma oportunidade de emprego a qual julguei ser totalmente fácil de ser realizada. Um xerox precisava de um operador de fotocopiadora. Imediatamente lembrei daquele filme que eu acabei de contar o enredo. Lázaro Ramos expõem como o serviço dele é totalmente inútil e de fácil realização nos 20 primeiros minutos do filme "O HOMEM QUE COPIAVA". E termina sua retórica dizendo "meu serviço é uma merda". Uma aula prática de como copiar qualquer documento. Munido de muita autoconfiança, fui até lá entregar meu currículo. 5 dias depois fui chamado para entrevista. Uma semana depois estava pela primeira vez diante de uma fotocopiadora a lazer da Xerox, com a missão de copiar 2 vezes um livro com todos os poemas de Fernando Pessoa e seus alter egos. O que achei que seria um bico fácil de ser realizado, e de tão fácil deveria me deixar desestimulado com sua inutilidade, mostrou-se algo de outro mundo.

A Máquina

Aquela máquina da Xerox tinha milhares de menus de programação, e dependendo do documento, ambiente, da própria máquina, tinha que realizar dezenas de ajustes diferentes e totalmente variaveis, para que a cópia sempre agradasse o cliente. Definitivamente um saco, algo difícil de ser memorizado.
Agora um segundo de distracção pode sair caro. A maquina pode literalmente devorar o documento do cara, se você viajar. Ela pode tirar 100 cópias erradas, que ninguém irá pagar ( a não ser você) só por que você se esqueceu de escurecer o texto durante a programação. Ela enrosca, pifa e sacaneia, é literalmente uma serva do mal.

O Cliente

Bando de egoístas, fúteis e arrogantes, não ligam para ninguém além de si mesmos

O Xerox fica no centro da cidade e possui filiais em 2 faculdades particulares. Fiquei 2 semanas no centro, e me defrontei com toda a sorte de pessoas chatas e insuportáveis. Gente capaz de fechar o tempo por causa de R$ 0,10. Gente que o ofende e subestima sua inteligência. Advogados donos da verdade e arquitetos indecisos com plantas enormes de casas e bairros .
Nas faculdades, alunos ignorantes, os quais passam o semestre nos barzinhos, bebendo, fumando e jogando sinuca. As provas chegam e eles aparecem, querendo toda a matéria dos professores, listas de exercícios e cópias de colas em um grande tumulto, capaz de enlouquecer o mais santo dos homens. Gritam e gesticulam, confundem e acusam, fazem contas sem sentido e distribuem que vai pagar a conta da forma mais complexa possível.

O Chefe

O dono do Xerox é um japonês. Sua cabeça funciona segundo a lógica capitalista Tayloriana do tempo é dinheiro, das práticas administrativas nipônicas sobre perda de tempo de trabalho, material e paciência do cliente ocasionadas por um erro durante uma cópia. Um total fanatismo, escrito com percentagens. "Perdemos uma venda, ela significaria 5 % do total de hoje!! sabe quanto eu admito de perda??! 0,05%!!! Ponha na ponta do lápis e verá. Você age com essa falta de vontade e atenção por que isso não vai afetar seu bolso! Então vou ser obrigado a descontar isso de seu salário" . Sabe quanto foi que foi perdido? Na real? R$ 1,00...
Essa relação beirava o assédio moral, tudo justificado pelo fato de eu estar aprendendo as relações de trabalho... bah!

O Salário

Justificando por eu ser novo, pelo fato de não ter experiência, e outras baboseiras, recebi menos da metade de um salário mínimo, descontado uma semana de teste ¬¬. Definitivamente, ao receber tal miséria depois de tanto suor e sangue, mandei todos para o inferno e anunciei que vou vazar no final do mês.

A Semente da Revolta

O mal tratamento dispensado pelo patrão japonês, o regime de trabalho semi-escravo, o horário insano (12h de serviço, mais que operários ingleses na Revolução Industrial !!!) a palavra de revolta fornecida pelos irmãos da UJS e o salário miserável me abriram os olhos e resolvi picar a mula desse pedacinho do Pará aqui de Bauru.

O Desfecho

O filme O HOMEM QUE COPIAVA dava uma mensagem SUPER liminar para qualquer um que aventurar-se a trabalhar tirando cópia - Esse serviço é uma merda, tive que falsificar oncinha pra sair dessa lama.
Tive que quebrar a cara pra entender esta mensagem.

Lembro-me dos Nazistas e seu sarcasmo. Escreveram no portão de Auschwitz a seguinte frase:


Das Arbeit Macht Frei - O trabalho Liberta

Logicamente a única forma dos judeus, soviéticos e outros desafortunados libertarem-se de lá era na forma da fuligem que saia dos fornos crematórios. Dai a graça. Mas ela não perde a ironia nem com o fim do III Reich. É tão engraçada ( e verdadeira) quanto foi um dia...

Ganho mais cursando facul de história x}